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Dentre as consequências pelas mudanças ocorridas na sociedade pós moderna, está a falta de comprometimento.

Comprometimento é resultante do respeito, consideração, confiança, senso de pertencimento, solidariedade, amor e admiração.

Confundiu-se Individualidade com individualismo, marca desse tempo.

Cada um tem a sua verdade, numa aberta relativização e tudo é definido pelo que cada um acha correto. O que é certo é de foro íntimo, isto é subjetivização, como se nada viesse de fora de nós ou nosso interior fosse foro confiável. As pessoas se recusam a aceitar que alguém lhes diga em que devem crer ou o que devem fazer, a não ser que sejam de acordo com as conveniências.

Queremos ouvir aquilo que confirme nossas pressuposições ou temas preferidos.

O sujeito está cada vez mais coisificado e por isso descartável. Se acontece no contexto eclesiástico, acontece também nas outras relações. Não se iluda, é uma cultura instalada na sociedade pós-moderna.

Se você pertence à igreja, a frase: “ninguém tem nada a ver com a minha vida“, já não cabe.

Você pode não se tornar presa do espírito e sistema dessa época, quando participa dos pequenos grupos, espaço para mutualidade e compartilhamento. Quando se dispõe caminhar com outro cristão maduro num relacionamento intencional para acompanhamento, apoio, mentoreamento, instrução, observação, aconselhamento, aprendizado, isto é discipulado. Quando nos envolvemos seriamente com a igreja e cooperamos com ela com nossos dons, talentos e bens. Quando nos permitimos ser cuidados, guiados, alimentados e protegidos por quem exerce função pastoral.

Isso envolve tempo, prestação de contas, satisfação da vida, ações. Isto requer abertura, conversas e cultivo do relacionamento, pois discipulado não se impõe, se estabelece na convivência.

Comprometa-se com a sua igreja!

 

Pr. Onésimo F. da Silva

Presidente do Conselho Geral da IEAB