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A música tem um papel fundamental na vida cristã. Desde os tempos bíblicos, vemos louvores sendo entoados em celebrações, batalhas e momentos de intimidade com Deus. Mas e quando a música morre? O que acontece quando o louvor se torna mecânico, quando a adoração se apaga e tudo vira apenas som sem vida?
A verdadeira adoração não está apenas na melodia ou na letra, mas no coração que a oferece. Jesus disse: “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15:8). O louvor que não vem de um coração rendido a Deus torna-se apenas ruído.
Quando a vida espiritual esfria, a música morre. Perdemos o prazer de louvar, a presença de Deus parece distante, e o que antes nos emocionava já não toca mais o coração. Davi clamou em meio ao deserto espiritual: “Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.” (Salmo 51:12).
Assim como Ezequiel profetizou sobre os ossos secos e eles voltaram à vida (Ezequiel 37), Deus pode soprar novamente sobre nossa adoração. Para isso, precisamos:
Buscar intimidade com Deus além da música – Não podemos depender apenas de sensações, mas de um relacionamento genuíno.
Permitir que a Palavra nos renove – A renovação da mente (Romanos 12:2) traz vida ao louvor.
Louvar mesmo sem sentir – Muitas vezes, a obediência no louvor precede a restauração do coração.
A música morre quando nos afastamos da essência da adoração: Deus. Mas ela pode ressuscitar quando voltamos à fonte da vida. Se sua adoração se tornou vazia, clame ao Senhor e Ele trará de volta a alegria de louvá-Lo!
E você, já viveu um momento em que a música pareceu morrer? Compartilhe nos comentários!